Como Eu Me Tornei
A Mulher de Titânio:
Minha jornada para me tornar "A Mulher de Titânio" começou em 2018, quando uma dor excruciante na coluna lombar, causada por uma hérnia de disco (L3 a S1), me roubou a capacidade de caminhar e trabalhar.
Após meses de repouso sem melhora, a cirurgia de artrodese lombar tornou-se a única opção para restaurar minha estabilidade.
Foi um período de intensa fragilidade e dependência, mas também de fé inabalável e confiança total no meu cirurgião, Dr. Alessandro Galvanin Santoro.
Em julho de 2018, recebi meus primeiros "amigos" de titânio: oito parafusos e hastes para estabilizar a coluna.
O despertar pós-cirúrgico foi marcado por uma sensação profunda de alívio e proteção divina.
A recuperação, embora gradual e com desafios como o ganho repentino de peso, foi concluída em dezoito meses, graças à fisioterapia, pilates e hidroginástica. Eu estava plena.
Mas o titânio não havia terminado de me forjar. Em 2021, três meses após sobreviver à COVID-19, dores de cabeça lancinantes e desmaios revelaram um quadro mais grave: três hérnias de disco cervical comprimindo minha medula (mielopatia).
Desta vez, a cirurgia era urgente.
Em janeiro de 2021, em uma cirurgia cervical pela frente ( cirurgianãoinvasiva), recebi mais implantes: três cages e seis parafusos de titânio.
O despertar desta segunda intervenção foi surpreendente – a dor havia se despedido.
Com um total de 14 parafusos e 3 cages, minhas cicatrizes se tornaram minhas medalhas de honra. A dor me ensinou as valiosas lições de que a verdadeira força reside na vulnerabilidade e que o autocuidado é um ato essencial de amor-próprio.
Hoje, em 2025, transformei a dor em propósito, vivendo uma vida plena.
Eu sou a prova viva de que a resiliência e a fé, somadas à engenhosidade humana, podem nos reconstruir. Eu sou a Mulher de Titânio.
Mais detalhes em meu livro: A Mulher de Titânio.
Pedidos: amulherdetitanio@gmail.com
